Memória
O que lembramos, o que nos retiram e aquilo que escolhemos guardar molda quase todas as histórias de formas diferentes.
POR DETRÁS DAS PÁGINAS
Inês Lunaris escreve histórias que atravessam géneros, mas regressam quase sempre ao mesmo ponto: o momento em que uma personagem é obrigada a olhar para aquilo que tentou esquecer.
Na fantasia, esse conflito pode assumir a forma de memórias apagadas, lobos que guardam o que os humanos perderam e mundos construídos sobre versões incompletas da verdade. Nos romances contemporâneos, aparece no corpo, no desejo, na culpa, nas relações e nas marcas deixadas pelo passado.
Os livros mudam de atmosfera. O centro emocional não. Há sempre alguma coisa a recuperar, alguma verdade a enfrentar e alguém a tentar descobrir quem é depois de tudo o que lhe aconteceu.
O FIO COMUM
O que lembramos, o que nos retiram e aquilo que escolhemos guardar molda quase todas as histórias de formas diferentes.
As personagens raramente terminam onde começaram. A pergunta não é apenas o que lhes aconteceu, mas quem se tornam depois.
Sobreviver não é apresentado como um final limpo. É um processo contraditório, íntimo e profundamente humano.
BIBLIOGRAFIA
Quatro entradas diferentes para a escrita de Inês Lunaris: um universo fantástico sobre memória, um romance psicológico sobre reconstrução, uma história contemporânea onde desejo e verdade regressam à mesma cidade e uma dark romantasy gótica ainda em desenvolvimento.

Memória, apagamento, lobos e identidade numa trilogia que cresce de uma ausência individual para uma história muito maior.
Entrar no universo
Uma história sombria e íntima sobre cicatrizes, silêncio e a dificuldade de regressar a si própria.
Descobrir o livro
Um regresso a Ashridge, memórias incompletas e uma verdade que cinco anos não conseguiram enterrar.
Descobrir o livroUma nova duologia em desenvolvimento, construída a partir de uma atmosfera gótica, desejo perigoso, arquivos velados e uma escolha capaz de alterar o equilíbrio entre o humano e o infernal.